Feeds:
Posts
Comentários

Meu blog anda tão abandonado, assim como a minha vida tão corrida!!!! Não vou prometer mais nada, pq pelo visto ultimamente não consigo cumprir. Segue uma pilulazinha de alguns pontos turísticos de BA.

Os lugares básicos que qualquer turista deve passar em Buenos Aires são:

Plaza de Mayo – A Praça de Maio abriga os mais importantes monumentos de Buenos Aires, como a casa Rosada, a Catedral Metropolitana, El Cabildo, a Casa Central do Banco da Argentina. Seu nome comemora a Revolução de maio de 1810, que deu início ao processo de independência do país do domínio espanhol.
O local também é palco de importante manifestações, tornando-se o centro político da capital argentina, começando pelas mobilizações populares encabeçadas por Eva Perón, que culminaram na libertação do seu marido Juan Domingo Perón, que veio a se tornar presidente do país.
Os visitantes também encontram no local mães segurando fotos de seus filhos que morreram durante a ditadura argentina na década de 70. É uma cena comovente.

A Casa Rosada – Localizada na Plaza de Mayo, é a residência e local de trabalho da República Argentina e foi palco de importantes manifestações políticas.

Há dois fatos que são atribuídos à cor da sede do palácio que são bem interessantes. O primeiro faz referência ao fato de na época de sua construção as tintas mais baratas serem feitas a base de sangue de vaca, o que na mistura dava uma a cor rosada. Outra lenda diz que o rosa é resultado do vermelho com branco, cores dos dois principais partidos políticos.

Mais uma companheira

canon-powershot-sd880-is

Gentemmmm, comprei minha máquina compacta. Há muito tempo que estou de olho na Canon SD 880, mas na Tailândia tava cara demais. Daí pedi para uma amiga que mora nos “esteites” trazer.

Queria uma máquina com algumas características:

1ª Usasse memória SD, pois tenho várias da máquina antiga;
2ª Wideangle. Ok já tenho a minha Nikon toda poderosa, mas não queria uma compacta “direitinha”;
3ª Que fosse de uma marca boa, pois detesto jogar dinheiro fora;
4ª Com gravação de vídeo, já que eu não tenho na minha Nikon;
5ª Boas fotos noturnas.

Até o momento ela não me decepcionou, muito pelo contrário, só superou minhas expectativas.

Nossa, eu acabei emendando uma coisa na outra e vocês não devem ter entendido nada. Mudei da Ásia para a América do Sul de uma hora para outra. Hehehhehe

Acho que cheguei a falar aqui que eu não ia colocar em uma ordem exata dos lugares pelos quais eu já passei. Vou escrever conforme demanda. Como muitos amigos me pedem dicas sobre a América do Sul, resolvi falar das bandas de cá.

Não se assustem comigo, Ok? Pintando dúvidas sobre outros lugares é só perguntar.
Bjs

Quando a grana está curta não se deve desanimar. Se vc conversar comigo durante 10 minutos garanto que vou conseguir te indicar um lugar maravilhoso para vc conhecer com o que tem. Não é pretensão minha gente. Viajar é para todos!!!

Bom, com essa história de casamento a grana ano passado ficou curta (na verdade ela tem uma atrofia eterna!). Juntei todas as minhas economias e vi o que cabia fazer com ela. Vi muitas histórias de mochileiros que saiam do Brasil de ônibus e chegam até a Bolívia pelo lendário Trem da Morte. O problema é que eu tinha que viajar dois dias antes da virada do ano e não me imaginava na contagem regressiva em Santa Cruz da Serra.

Pesquisei muito. Fiz e refiz meu roteiro umas dez vezes, mas no final consegui uma passagem SP-Buenos Aires/ Lima-SP por R$ 1000 já com as taxas. Gente, para altíssima temporada é quase de graça, né? A companhia aérea foi a Lan. Tem que fazer tudo pela internet, pois a agência tem comissão. Esses dias descobrir uma coisa bem legal. No site www.decolar.com.br, se vc descobrir uma tarifa mais barata do que a deles, eles cobrem a oferta e ainda te dão $100. Vale muito!

Chegando a Buenos Aires pegamos um taxi. Olha, acho que foi a primeira vez na vida que fizemos isso. Eheheheheh Pagamos 50 pesos, não foi nada caro. Fomos direto para o Hostel Colonial. Tive vontade de matar a menina da recepção qd ela virou para mim e falou que o nosso quarto estava com outra pessoa. Comecei a discutir com ela, mostrar que tinha reserva e, inclusive, confirmei dois dias antes. Foi o primeiro choque que tivemos nos países sul-americanos: reservas não existem, pelo menos nos albergues. Os caras até reservam, mas se aparecer alguém, por mais que vc diga o horário exato que vai chegar, já era, perde a reserva.

Ficamos bem nervosos, pois era praticamente véspera de réveillon. Entramos em um hotel fuleira e pedimos para ver o quarto. Dica: vc tem sempre que pedir para ver o quarto antes de fechar qq coisa. Tem muita coisa caindo aos pedaços por esses países e podemos nos dar muito mal se fechamos de cara. Não fique com vergonha, pois eles já estão acostumados com isso.

Depois de muito andar ficamos no Hostel Sudamerika. Fica bem ao lado no Milhouse, o mais badalado albergue de BA, com festas todos os dias. Legal é que ficamos em um quarto só pra gente com um café da manhã show de bola. Ele fica ao lado do metrô e bem pertinho do Café Tortoni, muitoooo conhecido na cidade. Também tinha um Carrefour ao lado onde comprávamos vinhos maravilhosos por um preço de cortar os pulsos. Adoradores de espumantes como somos, não resistimos e também compramos uma Chandon a preço de banana.

Gostei de Buenos Aires, apesar de ser muito quente em dezembro. Éramos obrigados a fazer uma parada no albergue lá pelas 14h, pois o calor era insuportável. Não é coisa de gente fresca, era calor mesmo. Tanto é que o albergue ficava lotado nessa hora.

Não vou falar aqui dos lugares básicos pq vcs encontram isso em qq guia de viagem. Uma dica muito legal, possivelmente presente nos guias, é para não deixarem de tomar um sorvete na sorveteria Freddo. Provavelmente será o melhor sorvete de sua vida.

Um outro problema na cidade é a quantidade de brasileiros. Meu Deus, é surreal andar por cada esquina e encontrar um. Passamos a virada do ano no Puerto Madero. Achei que eu estivesse no réveillon de Copacabana. Sem brincadeira, não vi um gringo por lá, só brazuca. Aliás, os argentinos consideram a data um evento familiar e, por isso, não saem de casa. Para passar em uma festa bacana tem que comprar a noite de um restaurante. É muito caro, cerca de $ 200 (tô falando de dólar e não peso). No Puerto tem até queima de fogos, mas não tem um ambulante vendendo bebida; muito menos bar aberto.

Hoje passei o dia numa melancolia….. tá chegando ao fim mais uma das maravilhosas viagens que fizemos. Como eu disse nos posts anteriores, a adaptação ao continente não foi fácil. Sofri horrores nos primerios dias. Agora posso confessar que em alguns momentos cheguei a me arrepender de passar minha lua de mel aqui, mas hoje vejo que foram apenas maus momentos. A Ásia é uma caixinha de surpresa e que quando menos percebe já está completamente envolvido, apaixonado.

DSC_2624 copy

Acordamos cedo para pegar nosso tour para o mercado flutuante. É mais uma atração do tipo: vamos tirar dinheiro de turista. O guia, ao chegar ao local, avisa que o nosso speed boat é muito grande e não poderá entrar no canal; logo, teríamos que pagar mais 150 baths por 40 minutos de passeio no mercado. Olhamos para um lado, para o outro e o Rafa matou a charada de cara: – Na, na verdade esse mercado nada mais é do que esse canal de no máximo 500 metros. Ele estava certo! No início fiquei um pouco frustada porque queria andar, mas depois de tirar algumas fotos vi que realmente era uma enganação. O principal canal com as barraquinhas de frutas era mínimo e fomos margeando e tirando belíssimas fotos.

DSC_2681 copy

Como o guia nos deixou lá por 1h30, tivemos tempo suficiente para fazer todo o mercado; inclusive, as ruas onde não tinha canal. Depois pegamos o tal do speed boat e vimos que era totalmente viável sim ele entrar lá. O passeio ficou mais na rergião das casas e foi bem interessante. Depois disso só enrolação e tour que nos ofereciam para tirar dinheiro: fazenda de cobras, mercado com produtos locais etc.

DSC_2673 copy

Voltinha pela Khao San para comer um Pad Thai no almoço, massagem de despedida, banho e às 19h saímos para o aeroporto. Chegamos a ver com algunas taxistas quanto nos cobrariam e conseguimos por 300 baths mais o pedágio de 70. Pegamos o Aeroporto Express por 150 cada um. Se forem em três não pensem duas vezes antes de pegar um taxi.

Adios Ásia, até a próxima!

Chatuchak Market

Em Bangkok foi menos corrido, mas o cansaço de final de viagem está batendo. Acordei bem cedo e tentei chamar o Rafa para irmos ao famoso mercado flutuante, mas como fomos dormir muito tarde na noite anterior ele não conseguiu levantar, coisa que eu também não reclamei.

DSC_2591 copy

Conhecemos um templo bem próximo a Khao San Road bem bonito. Depois pegamos o ônibus 509 para o Chatuchak Market, famoso mercado que só funciona nos finais de semana. Já tinha lido alguns depoimentos que falavam que tudo lá era ridículo de barato. Confesso que não achei. É claro que quando você compara com o Brasil é barato, só que em relação à Chiang Mai ou até a própria Khao San não vi diferença. Compramos algumas coisas para casa por lá, mas minhas camisetas valeram mais a compra por aqui.

O lugar é gigante. Se não prestar atenção perde-se fácil. Tem de tudo: desde comida, roupas, brinquedos a móveis. Os corredores são bem pequenos com uma barraquinha ao lado da outra. As mais modernas – são pouquíssimas – é fechada e têm até ar condicionado.

Na volta compramos um tour para o mercado flutuante. Dizem que o lugar perdeu muito o encanto, já que hoje funciona basicamente só para turistas. Queríamos ir por conta própria e tentar chegar antes dos turistas, mas teríamos que sair muito mais cedo e, sinceramente, a diferença de preço não seria muita. Preço: 250 baths Agência do nosso hotel.

Para encerrar a noite e comemorar a nossa última noite em Bangkok comemos um Pad Thai na rua por 20 baths cada. Estava uma delícia e até agora não passamos mal. Cheguei a me arrepender um pouco de não ter comido antes e ter economizado uma boa graninha. Ehehehehehhe A mulher não toca na comida para preparar, o que já é um bom sinal para mim.

DSC_2619 copy
Outra descoberta, que eu quase me esqueço de contar, é uma bebida muito refrescante; não sei o nome, mas é uma espécie de frozen, só que sem álcool. No 7 eleven vende e custa 10 baths o copo de 300 ml. É uma delícia e ajuda suportar o calor.

Estava louca para voltar a Bangkok. Meus primeiros dias na Tailândia foram difíceis, pois senti muito o fuso horário, a poluição, além do cansaço. Ah! Voamos Air Ásia, boa, barata e com aviões novos.

Desta vez optamos por ficar em algum hotel próximo a Khao San Road. O preço foi praticamente o mesmo que pagamos pelo hotel que ficamos da outra vez, mas bem melhor localizado. O hotel era mais simples, mas limpo e bem bacaninha e, claro, com ar-condicionado, conforto essencial e indispensável na Ásia.

Como já tínhamos feito todos os pontos turísticos da cidade, fomos no “shopping” que vende eletrônico: Pantip Plaza Sinceramente achei que os preços fossem melhores. Não dá para comprar em qualquer lugar. Não sei se cheguei a comentar aqui, mas assim que chegamos compramos uma bateria para a Nikon e nos demos mal, pois era falsificada. Fiquei com ódio, voltei lá, fiz um escândalo, achei até a polícia, mas nada….

Voltando, acabei comprando a lente que eu queria, um filtro polarizador e um tripé, já que perdemos o nosso no Camboja. Só compramos pq o cara deixou a gente experimentar e aceitava cartão, que sabia que eram lugares mais confiáveis.

Bom, mas estava bem mais atenta. Queria muito compra uma lente wide angle, que significa ter uma abertura maior. Para que serve isso? Sabe quando vc quer tirar foto de um lugar e tem que dar 100 passos para trás para conseguir tirar tudo? Pois é, com a wide angle vc não precisa andar tanto, pois a lente dela tem uma capacidade muito maior no horizonte. Tenho certeza que existe uma explicação muito melhor, but…. são sou profissa.

À noite ficamos na KSR, pois só tínhamos passado lá durante o dia. É incrível mesmo a quantidade de turistas por metro quadrado que se encontra lá. Triste, mas vc tb vê muitas meninas tailandesas novas com os gringos. Isso é deprimente!

Último dia no Vietnam

Não que eu me amarre em ver defunto, mas se vc está em Hanói tem que ir no Mausoléu de Ho Chi Minh. Não trem graça. Já fui no do Lênin em Moscou e achei meio sinistro. O Rafa acha que é só um boneco de cera, mas eu não sei. Não se pode tirar foto daí não posso tem colocar uma enquete aqui. Eheheheh

1

A fila para entrar é enorme, mas até que vai bem rápido. Antes da fila temos que passar no guarda-volume e deixar tudo quanto é tipo de eletrônico e bolsa grande. Fiquei morrendo de medo de deixar minha máquina lá, mas não teve jeito.

Uma coisa mega importante! Lá fecha bem cedo, fica aberto entre 8h e 11h. Chegamos bem em cima do laço e no final foi ótimo pq conseguimos pegar a bolsa e voltar para tirar fotos do lado de fora.

Lugar imperdível em Hanói é o Templo da Literatura. Achei o lugar maravilhoso. Ficamos um tempão lá descansando e observando as pessoas que passavam. O local foi construído em homenagem a Confúcio – famoso filósofo Chinês – e durante muitos anos abrigou a primeira universidade do Vietnam. Lá dentro mesmo encontramos estátuas em homenagem ao pensador.

Templo da Literatura

Templo da Literatura

Bem na entrada vc vê enormes tartarugas talhadas em pedra com placas nas costas com os nomes de mais de 1000 formando da universidade. Tudo lá dentro, cada monumento, cada banco que vc encontra foi feito em homenagem à sabedoria. Vimos diversos estudantes rezando e pedindo conhecimento nos estudos.

Voltamos ao restaurante que visitamos na primeira passagem. Pedimos rolinhos primavera de entrada e frutos do mar ao curry, que vem acompanhado, claro, de arroz. Os rolinhos aqui são muito famosos e posso dizer que bem mais gostosos que no Brasil. Eles são feitos de folha de arroz. Nossa, uma delícia….

2 copy

5

Assim nos despedimos do Vietnam…

Voltando a Hanói

4No post sobre Hanói falei que existiam duas cidades e eu, infelizmente, estava na pior delas. Não sei o que aconteceu, mas eu fiquei bastante deprimida no lugar onde estava.

Conheci uma inglesa em Halong Bay que me contou que pagou o mesmo $18 para um hotel excelente, no meio do buxixo, porém não barulhento: Sunshine 3. Nossa, além de tb ter internet no quarto, um café da manhã maravilhoso, todos os dias tinha uma pequena cesta de frutas com alguns snacks. Amei!!! Vale muito o valor pago.

Cheguei depois do almoço, fiz check in e fui correndo para um dos principais pontos turísticos da cidade: o lago Hoan Kiem Lake. É bonito, mas apenas um lago com um pequeno templo bem no meio. De qq maneira é gostoso dar uma volta em torno do lago. Não nele todo, pois é enormeee. Passamos no Dong Xuan Market, bem turístico, mas vale a pena, pois lá vc encontra de tudo.

Compramos uma máscara para a nossa coleção. Linda! Segunda a vendedora, é das tribos do Norte. Passamos no supermercado para renovar nosso estoque de besteiras. Gente, eu comprava tudo qt era tipo de snacks e sucos diferentes. Fiquei viciada em um chá verde com mel.

No dia seguinte reparei que às 7h da matina uma rádio que me parecia do governo começa a falar e tocar algo. O recepcionista do hotel confirmou a informação e disse que o tal som era o hino do país. Nossa, muito a cara de um país comunista, não?

No auge da minha loucura hoje no trabalho uma querida amiga me liga para perguntar se deve ou não tirar suas merecidas férias para conhecer a Argentina. O medo dela é compartilhado por muitos da família, a temida Gripe Suína (os porquinhos que me perdoem, mas é difícil lembrar do nome técnico).

Bom, talvez a minha opinião seja polêmica, mas acho que ela não deveria mudar seus planos. Infelizmente este tipo de influenza já é uma realidade brasileira, que não se limita aos viajantes. Hj começaram as aulas em grande parte dos colégios brasileiros e muitos especialistas acham que a coisa vai piorar. Tomara que não, mas eu sinceramente não acho que ficando no seu país vc vai se proteger mais.

Agora, é certo que no avião ou em aeroporto com certeza usaria uma máscara.

Postagens Antigas »